quinta-feira, 28 de maio de 2015

9 passos para desenvolver a verdadeira resiliência e viver melhor

Ser resiliente é muito diferente de ser uma pessoa resistente, ou seja, aquela que suporta a pressão, a crise e os estresses da vida. Ser resiliente é muito mais que suportar as intempéries, é aprender a visualizar a crise como uma oportunidade de crescimento e mudança. Em outras palavras, é “dar a volta por cima".


1-Melhor administração das emoções:

As emoções fazem parte do ser humano, ou seja, não adianta negá-las ou reprimi-las e sim, reagir de maneira harmoniosa e equilibrada diante das situações. Se você não souber administrar as emoções, sua vida pessoal, social e profissional vai ser dificultada. Seja onde for, em casa, com os amigos, ou no trabalho é necessário desenvolver e utilizar sua inteligência emocional.

2- Controlar impulsos:

Este item é ponto crucial e está diretamente relacionado com o anterior. Tenha muito cuidado! Quando sentir raiva, respire fundo, pense muitas vezes (conte até 10…conte até 1000). Nunca se esqueça: em um momento de raiva voce pode, por exemplo, destruir sua imagem, um projeto ou uma relação que levou muito tempo para construir. Como disse Friedrich Schiller: “Breve é a loucura e longo o arrependimento.” Seja responsável por suas atitudes, pense e repense antes de tomar uma decisão ou de fazer algo que lhe trará consequências a curto ou longo prazo.

3- Cultivar o otimismo:

O otimismo é a crença ou perspectiva de um futuro melhor. Acreditar que as coisas melhorarão nos fortalece e nos revigora. Não se esqueça que do “fundo do poço” também podemos ver as estrelas, basta olhar para o alto. Mude sua postura, mude de foco, olhe para a frente, visualize e acredite em um futuro melhor e faça por onde.

4- Aprimorar-se:

A autoeficácia é a utilizaçao de seus recursos internos, a chamada “luz interior”. A autoeficácia anda de mãos dadas com o otimismo e o autoconhecimento.

5- Analisar o ambiente:

Aprender a analisar o ambiente é verificar através de uma leitura ambiental quais são as contingências ameaçadoras ou de risco e a partir desta leitura, desenvolva estratégias de enfrentamento para estas situações. Muitas vezes, através de uma observação sensível de determinados aspectos, encontramos respostas e soluções para os problemas. Entre em receptividade com o ambiente, desenvolva a sensibilidade e analise-o antes de atuar.

6- Alcançar pessoas:

É a busca de auxílio externo, de suporte afetivo e emocional que são provenientes da família e dos grupos de apoio eficazes.

7- Buscar um sentido para a vida:

Tenha propósitos, metas e objetivos de vida específicos.

8- Ser empático:

A empatia é a capacidade de compreender a partir da perspectiva do outro, de colocar-se no lugar do outro. O desenvolvimento da empatia melhora substancialmente a qualidade de sua vida e de seus relacionamentos interpessoais.

9- Buscar e aceitar ajuda externa:

Gostaria de corroborar aqui uma questão importante: Ninguém é resiliente sozinho; ninguém é autossuficiente. Busque ajuda externa. O ser humano é atravessado pela dimensão pessoal (subjetiva), interpessoal (comunitária), cultural, política e espiritual. O homem foi feito pra viver em comunidade e procurar auxílio, auxiliar, bem como encontrar soluções dentro de um contexto social que beneficie a todos.




sábado, 23 de maio de 2015

Eu penso que para uma mulher ser sensual, não é preciso o corpo “perfeito”, não é preciso a roupa “da moda”, nem mesmo são necessários acessórios.
Não é o manequim 38, a sobrancelha milimetricamente aparada, a falta de ruguinhas de expressão, o bumbum arredondado, os seios durinhos e os implantes de silicone.
O que faz uma mulher ser sensual é a sua personalidade, seu charme, seu carisma e o principal, a sua essência.
Ela pode até ser baixinha perto das outras mulheres ou às vezes ter o cabelo mais crespo que a maioria….
O que importa?
Afinal quando ela sorri, o mundo parece girar mais devagar.
Pode ser que ela tenha um corpo mais cheinho ou que use óculos.
Qual o problema?
Ninguém repara nisso quando ela dança daquele jeitinho na balada e dá um show de sensualidade.
Pode ser que ela já tenha passado bem dos 40 ou que tenha várias tatuagens.
Quem liga?
Eu por exemplo adoro tatuagens...
O importante é quando ela olha com seus olhos cheios de promessas, deixa qualquer homem fora do prumo e pensando besteiras.
Ela pode ser do tipo “comum” ou fazer o tipo exótico….
O que faz uma mulher ser sensual é a forma como ela anda, é o seu jeito de falar, a maneira como coloca o cabelo para trás da orelha….e o fato dela ser ÚNICA.
E por isso mesmo impossível de se copiar.
Cada mulher deve ser ÚNICA !
Ser sensual é fugir dos padrões e seguir o seu próprio estilo e principalmente se sentir feliz consigo mesmo.
Se amando, se respeitando, se valorizando, se cuidando e não aceitando ser espremida dentro de um clichê, nem abdicando de suas características pessoais para ficar dentro do óbvio.
A sensualidade aflora justamente quando aprendemos a usar aquilo que a natureza nos deu.
Você não precisa agradar a todos.
Precisa sim ser feliz!
E quando entender que o que eu disse acima é a mais pura verdade, vai descobrir que para cada tipo de mulher, existe um homem de VERDADE que vai te achar incrível, justamente por você ser assim….
Tão você mesma!
Vamos refletir, mulherada, se olhe no espelho agora e veja o quanto você é linda !
Marcelo Ramos


quinta-feira, 21 de maio de 2015

Sua casa tem uma energia positiva ou negativa?

Por Franco Guizzetti
Quem não gosta de fazer um teste? Todos com certeza. Teste para saber se somos inteligentes. Charmosos. Românticos. Sexy. Se o ano vai ser bom. Qual é seu temperamento ou estilo de vida.
E que tal teste para descobrir se sua residência é positiva ou negativa? Qual energia ela tem?
Para facilitar, elaborei um teste baseado no meu conhecimento de Feng Shui.
Leia com atenção cada pergunta e escolha uma das alternativas. No final terá o resultado do teste e da energia da sua casa.
Descubra qual Energia sua casa tem, verificando no fim do teste, os resultados.
1)  Quanto a Organização e Arrumação de objetos, móveis e utensílios, sua residência é:
   a) Um exemplo de organização e limpeza. Tudo no seu devido lugar e arrumado.
   b) Depende do meu tempo. Certos ambientes estão limpos. Outros organizados. Outros uma bagunça que dá gosto
   c) Uma zona que só você consegue encontrar algo. Todos os ambientes vivem uma eterna bagunça.
2)  O Entulho, coisas sem utilidade ou velhas, na sua casa ficam aonde?
   a) Ficam bem longe de minha casa. No máximo, ficam no depósito ou quarto de despejo, para doar ou vender.
   b) Depende do meu humor. Parte fica num canto sala. Parte fica no fundo da cozinha. Mas, tudo organizado e entulhado.
   c) Fazem parte da decoração da casa. Você adora guardar “cacarecos” ou não consegue se desfazer da velharia.
3)  Sua casa tem claridade e luz?
   a) Sim, ela bem iluminada durante o dia, pelo sol que entra pelas janelas. E, à noite ascendo às luzes para clarear.
   b) Depende do meu humor. Se estou alegre abro todas as janelas. Quanto estou triste fica tudo fechado e escuro.
   c) Não, a casa é muito escura. Mesmo quando ascendo às luzes e o sol entra, o local fica escuro. Uma penumbra.
4)  Como você se sente na sua casa? Nos ambientes em geral?
   a) Calmo. Suave. Tranqüilo. Alegre. Em paz. Feliz. Sinto-me muito bem.
   b) Depende. Têm ambientes que me sinto super bem. Mas, têm ambientes que ao super negativos.
   c) Péssimo. Sinto tudo Pesado. Parado. Triste. Muita Solidão.
5)  Como é a relação entre os moradores da casa ou quando você recebe visitas?
   a) Amistoso. Descontraído. Alegre. Todos se entendem muito bem. Um ambiente feliz.
   b) Depende da visita e do momento. Tem horas que alegria. Tem hora que e só brigas.
   c) Uma Bomba. Só tem brigas. Fofoca. Confusão. Ninguém fala com ninguém. Não há respeito.
6)  Quando você esta fora de casa e chega a hora de voltar para o lar, você fica:
   a) Ansiosa por voltar ao lar. Você chegara  sentir saudades da sua casa. O local é seu “porto seguro”.
   b) Depende do dia. Tem hora que voar para meu ninho. Tem hora que da repulsa em voltar para casa.
   c) Fica nervosa em voltar. Te dá angústia em pensar que tem que voltar para casa. Não gosta de estar lá.
7)  Nesta casa, sua vida pessoal ou profissional ficou:
   a)  Muito melhor. Arrumei um emprego melhor. Encontrei meu grande amor. Viajei. Realizei meus sonhos.
  b) Depende. Ficou na meio termo. As vezes acho que piorou. As vezes acho que ficou na mesma.. As vezes acho que ganhei mais.
c)     Horrível. Depois que vim para esta casa, tudo deu errado ou perdi tudo que tinha conquistado.
8)  Quanto vale sua casa para você? Por quanto você venderia?
   a) Não venderia nem por um bilhão. Sou muito feliz aqui. Não tem preço esta energia que sinto nela.
   b) Depende do dia. Tem dia que me sinto bem nela e não vendo por valor algum. Tem dia que me sinto tão mal, que penso em ate doar.
   c) Vendo por qualquer valor. Ela é muito ruim. Para sair daqui, faço qualquer negócio.

RESULTADO DO TESTE:

 Cada alternativa tem a seguinte pontuação:
a)   vale 3 
b)   vale 2
c)    vale 1
Some o total das oito perguntas.

Veja abaixo o resultado do seu teste 

1) Quem fez mais de 17 pontos:  Sua casa é muito positiva. Tem boa energia. Aplique tudo o que conhece de Feng Shui. E só manter assim e viver feliz.
2) Quem fez entre 10 e 16 ponto:  Sua casa tem uma boa energia, mas, precisa melhor mais. Ela alterna entre bons momentos energéticos e pontos de desequilíbrio. Cuide mais dela.
3) Quem fez 9 ou menos pontos: Cuidado. Sua casa esta quase indo para UTI.  Uma casa negativa. Requer cuidados urgentes. Aplique Feng Shui urgente ai.


O leite só ferve quando você sai de perto

Por Fabíola Simões
Em meados dos anos 80, lá em Minas, o costume era comprar leite na porta de casa, trazido pela carroça do leiteiro, que vinha gritando “Ó o lêeeeeite!!!”.
Minha mãe corria porta afora e o leite _ fresquinho, gorduroso e integral_ era despejado na leiteira para nosso consumo. Porém, era um leite impuro, não pasteurizado, e necessitava ser fervido antes de consumir.
No início, minha mãe tinha um ritual no mínimo interessante para esse evento: Colocava o leite na fervura e saía de perto. Literalmente esquecia. Simplesmente I.g.n.o.r.a.v.a.
É claro que o leite fervia, subia canecão acima e despencava fogão abaixo. Eu era criança, e quando via a conclusão do projeto, gritava: “Mãe!!! O leite ferveu!!! Tá secaaaannndo…” e ela vinha correndo, apavorada, soltando frases do tipo “Seja tudo pelo amor de Deus…” e desandava a limpar o fogão, o canecão, e ver o que sobrou do leite_ pra tudo se repetir no dia seguinte, tradicionalmente.
Até hoje não entendo o porquê desta técnica. Parecia combinado, tamanha precisão com que ocorria. Mais tarde, ela mudou de estratégia. Eu já era maiorzinha e podia ficar perto do fogo. Assim, ficava ao lado do fogão, de olho no leite esquentando_ pra desligar assim que a espuma subisse, impedindo que transbordasse. Foi assim que aprendi uma grande lição:
O leite só ferve quando você sai de perto.
Não adianta ficar sentada ao lado do fogão, fingir que não está ligando; até pegar um livro pra se distrair. É batata: ele não ferve. Parece existir um radar sinalizador capaz de dotar o leite de perspicácia e estratégia. Porque também não basta se afastar fingindo que não está nem aí. O leite percebe que é só uma estratégia. E só vai ferver ( e transbordar) se você esquecer DE FATO.
A vida gosta de surpresas e obedece à “lei do leite que transborda”: Aquilo que você espera acontecer não vai acontecer enquanto você continuar esperando.
Antigamente o sofrimento era ficar em casa aguardando o telefone tocar. Não tocava. Então, pra disfarçar, a gente saía, fingia que não estava nem aí (no fundo estava), até deixava alguém de plantão. Também não tocava. Porém, quando realmente nos desligávamos, a coisa fluía, o leite fervia, a vida caminhava.
Hoje, ninguém fica em casa por um telefonema, mas piorou. Tem email, msn, facebook, whatsApp, e por aí vai. O celular sempre à mão, a neurose andando com você pra todo canto. E o leite não ferve…
Acontece também de você se esmerar na aparência com esperança de esbarrar no grande amor, na fulana que te desprezou, no canalha que te quer como amiga. Então ajeita o cabelo, dá um jeito pra maquiagem parecer linda e casual, capricha no perfume… e com isso faz as chances de encontrá-lo(a) na esquina despencarem. Esqueça baby. O grande amor, a fulaninha ou o canalha estão predestinados a cruzarem seu caminho nos dias de cabelo ruim, roupa esquisita e vegetal no cantinho do sorriso.
Do mesmo modo, se quiser engravidar, pare de desejar. Não contabilize seu período fértil e desista de armar estratégias pro destino. Continue praticando esportes radicais, indo à balada, correndo maratonas. Na hora que ignorar de verdade, dará positivo.
A vida _como o leite_ não está nem aí pra sua pressa, pro seu momento, pra sua decisão. Por isso você tem que aprender a confiar. A relaxar. A tolerar as demoras. A não criar expectativas. A fazer como minha mãe: I.g.n.o.r.a.r…
E lembre-se: Tem gente que prefere ser lagarta a borboleta. Sem paciência com os ciclos, destrói seu casulo antes do tempo e não aprende a voar…


quarta-feira, 20 de maio de 2015

De hoje em diante será dessa forma. Sob as minhas leis e as minhas regras fica decretado que de mim receberão exatamente o que me derem. Na mesma ordem e proporção, com o exato tamanho e ênfase. Aqueles que me presenteiam com amor serão cobertos pelos meus melhores sentimentos. Quem me dedicar o seu tempo e a sua atenção, esteja certo de que ganhará de volta a minha honrada dedicação e disposição. A palavra de ordem agora é: RECIPROCIDADE.
Você já reparou como anda esse mundo? A amabilidade perdeu o sentido, virou absolutamente desnecessária e inusual. 
As gentilezas se tornaram piegas, os favores são nada mais que obrigação de alguém que deve atender prontamente os interesses alheios. 
A cordialidade sumiu no agito insano da rotina esmagadora da cidade. A gratidão é mecânica, apressada e esquecida assim que vira a esquina. Querem para si sem dar em troca, e assim vão surrupiando um pouco aqui e acolá nas suas ansiosas vontades.
Não, eu não quero isso para mim. Eu quero uma vida inteira com os meus semelhantes, pessoas que me agreguem e não que me roubem de mim. Não faço questão de muito. A quantidade não me preenche. A qualidade me basta. É isso. Eu quero pessoas que somem com suas modestas atitudes sinceras, com a singeleza dos gestos legítimos, a confiança da mão estendida e do olhar afável. Eu busco a humildade dos aprendizes e a experiência dos sábios. Quem tenha tempo para me ouvir e também para me aconselhar. Alguém que se preocupe realmente comigo e com os meus, que esteja ao meu lado nas vitórias e nas derrotas, e quando nada puder fazer para me tirar do abismo, que se sente ao meu lado, me abrace e me faça companhia.

Talvez a simplicidade do que eu busco e admiro seja complexa demais aos olhos da superficialidade. Enquanto para mim esse é o maior tesouro, para os outros não faz o menor sentido. O mundo está cheio de pessoas querendo para si sem dar nada em troca, impondo que as suas vontades sejam feitas, que os outros sirvam prontamente e que eles próprios se sirvam quando queiram.
Não, não me faça perder o meu tempo, que já é pouco, com pessoas que só querem sugar o que eu tenho de luminoso e bonito, extorquindo sorrateiramente da minha prateleira tudo o que sou e que me pertence. Não roube nada de mim, por favor. Me peça. Seja honesto comigo e eu te darei o meu mundo. Não me engane. Não me ludibrie. Não me faça de tonta. Se quer um bocado do meu amor, me regale um pedaço do seu. Ou a gente troca, ou nada feito.
Pronto. Assim seremos verdadeiros e confiantes uns com os outros. Coloquemos sobre a mesa o que podemos dar, o que buscamos para nos complementar, e que a reciprocidade reja a ordem — ou desordem da vida.
Quem aceita o pouco passivamente se afilia à mediocridade, se acostuma a receber menos ou absolutamente nada em troca. E as relações são feitas disso, de intercâmbio, de uma via de mão dupla entre ações e reações, entregas e recompensas. Aquele que não queira doar, que se recolha à sua suposta suficiência e não exija do outro o que não se dá.
Atenção aos ladrões de utilidades, que nos roubam quando somos de alguma serventia. De hoje em diante permanece o amor, a amizade e a dedicação como moeda de troca. Aqui, nesta casa, só entra quem for convidado.

(Karen Curi)

terça-feira, 19 de maio de 2015

AFASTE-SE DE PESSOAS QUE LHE FAZEM SENTIR-SE MAL


De fato estamos cercados de pessoas tóxicas.
Pessoas que são egocêntricas, manipuladoras, interesseiras, arrogantes, rancorosas, amarguradas, mal amadas, invejosas ou fracassadas, que não conseguem ver o sucesso ou a felicidade alheia. Enfim, pessoas sombrias que minam os relacionamentos e amizades com intrigas, críticas excessivas, falta de consideração e respeito pelo outro e abusos verbais ou físicos. Pessoas muito perigosas de se conviver.
Essas pessoas tóxicas acabam, de alguma forma, nos envenenando. Direta ou indiretamente, acabamos agindo por influência delas, seja com atitudes ou omissões. Muitas vezes acabamos agindo por impulso para evitar essas pessoas, ou, na pior das hipóteses, acabamos agindo da mesma forma. São pessoas nocivas, intoxicando nosso comportamento e nos levando a agir e a tomar decisões que, em outras circunstâncias poderiam ser completamente diferentes.
São tóxicas, porque conseguem despertar o que há de pior dentro de nós, não apenas no sentido de maldade ou crueldade, mas no sentido de perdermos a identidade, a autonomia, a energia, a iniciativa e o poder de decisão. Ficamos estagnados, hipnotizados, paralisados. São verdadeiros vampiros, sem Luz própria, que consomem nossa energia vital, que exploram e manipulam pessoas de acordo com os seus interesses e vivem às custas da energia dos outros para se sustentarem.
Tóxicas são aquelas pessoas que sabem tudo a respeito da vida das outras pessoas, mas não conseguem administrar a própria vida. Sabem dar conselhos como ninguém tem um discurso lindíssimo para o mundo lá fora, mas que, na vida pessoal, nos bastidores, na vida íntima, são pessoas frustradas, isoladas, verdadeiras ilhas no meio da sociedade, que não tomam para si os próprios conselhos.
Sabem olhar de fora, apontar defeitos, problemas, erros. Mas não sabem participar, não conseguem enxergar os próprios problemas ou defeitos. Apontam os erros alheios para, de certa forma, esconder os seus próprios. São os “sabe-tudo” e só a sua forma de pensar é que está certa. Não suportam ser contrariados e confrontados. Quando o são, perseguem a pessoa até “livrarem-se” dela ou então se vingam. Seu ego é superlativo para compensar a sua extrema falta de Amor-Próprio. Usam as pessoas conforme seus interesses e, quando estas discordam de suas ideias, são descartadas e eliminadas, sem a menor consideração.
A toxicidade reside exatamente no fato de não nos darmos conta de que estamos sendo manipulados ou influenciados. Ficamos hipnotizados, fascinados, imersos numa imensa ilusão, até o dia em que despertamos e tomamos consciência de que estamos muito mal, morrendo por dentro, e que algo urgente necessita ser feito. Um corte para a nossa libertação, para resgatar a nossa sanidade, saúde, alegria de viver.
Em nossa busca pela felicidade, por tudo aquilo que nos traz bem-estar e alegria, o grande segredo é não se deixar influenciar, se afastar e evitar a convivência com esses tipos. Isso não significa alimentar sentimentos negativos dentro de si com relação a eles, mas de preferência visualizá-los felizes e agradecidos em sua vida, emanando energias e vibrações positivas.
Reflita, você convive intimamente com alguma pessoa tóxica, seja na família, no trabalho, ou nas “amizades”?
Tenha cuidado, afaste-se, fique longe o quanto antes dessas pessoas.
Cuide-se, preserve-se, seja você mesmo, seja pleno e feliz.
E acima de tudo sempre perdoe essas pessoas, muitas vezes, elas não tem consciência de seus próprios malefícios.



sábado, 16 de maio de 2015

SÍNDROME DO CASAL PERFEITO

SÍNDROME DO CASAL PERFEITO
Ana Oliveira - Psicóloga
«E foram felizes para sempre!»
«Até que a morte os separe!»
«São perfeitos um para o outro!»
Estas são frases que ouvimos desde pequenos e mediante as quais vamos construindo algumas ideias da relação de casal.
Sonhamos e suspiramos com este tipo de frases e acabamos por nos deixar contagiar por estes ideais românticos.
Mas, afinal, estas crenças e mitos desenvolvidos ao longo de tantos anos o que representam na realidade? Existem casais perfeitos? É importante para nós ser um casal perfeito? Para quê? Para quem?
Arrisco já responder que, mais do que pensar se existem ou não casais perfeitos, a mensagem mais importante talvez seja que, em vez de censurar e criticar o outro e a relação em si e perdermo-nos no campo do ideal, é importante a aceitação do que tenho e sou e encontrar formas assertivas de interação que satisfaçam ambos.
Todos nós temos expectativas, sonhos e desejos ao construir a relação de casal. Esperamos que exista entendimento, compatibilidade, cumplicidade, partilha, sem discussões, sem conflitos, entre tantas outras coisas. Mas são estas expectativas que muitas vezes geram ansiedade e frustração no casal, pois queremos que tudo seja tão perfeito que acaba dificultando para que tudo corra bem.
Isto poderá acontecer porque as diferenças são encaradas como ameaçadoras e os conflitos/discussões vistos como barreiras.
Cada um destes aspectos deve ser antes assumido como aproximações entre pontos de vista, que sendo diferentes podem-se conciliar aprendizagens, renovações e avanços.
Não devemos temer o conflito e a diferença, mas antes aceitá-lo como crescimento individual e da própria relação, afastando a ideia de que, deste modo, algo não resultará ou que existe falta de amor.
Na verdade, talvez devêssemos mesmo é afirmar «nós somos o casal ideal» (seja lá o que isso for!).
Cada um é o casal que construiu à sua maneira, com a sua gargalhada, o seu choro, o seu cumprimento, o seu rosto, a sua identidade… e na sua essência, ideal!