sábado, 2 de maio de 2015

Nosso lar é como se fosse a nossa segunda pele e está diretamente ligada a energia dos moradores. É um lugar onde precisamos nos sentir em paz, confortáveis e seguros.
Quando “problemas repetidos” surgem, são pistas de padrões mentais e energia dos moradores.
Muitas vezes, mudamos de casa e os “mesmos” problemas surgem novamente...
O que será que isso significa?
Bom, segue uma lista de problemas comuns e o padrão mental ligado ao problema.
Faça uma auto-análise e veja se faz sentido pra você!
Saliento que essa lista foi criada através de pesquisas, colhendo informações com os estudiosos do tema.
Problemas Hidráulicos : Casas com vazamentos, entupimentos, terão pessoas com comportamento controlador, pessoas que não sabem delegar, perfeccionistas, teimosas que não deixam a vida fluir naturalmente. No caso de vazamentos é perda de dinheiro e de energias. Podem surgir problemas circulatórios e líquidos, glândulas linfáticas, problemas tais como derrame, enfarte, pressão alta, má circulação, trombose, veias entupidas no caso de entupimento , hemorragia . Há falta de criatividade de idéias, perda de energia, sente-se enfraquecido, desanimado, rígido.
Goteiras: Pessoas com pensamentos negativos repetitivos, que vibram muito tempo em energias baixas, deixando, assim brecha para o mal. Cuidar do espiritual, pode ser invadido por obsessores.
Problemas na elétrica : É relacionado com o sistema nervoso das pessoas. Pessoas agressivas, nervosas, explosivos, críticos, com ataques de cólera.
Portas, janelas e gavetas emperradas: os moradores se sentem estagnados, não conseguindo sair de problemas.
Rachaduras : significa rigidez , inflexibilidade e rachos na estrutura da personalidade das pessoas.
Entupimentos: significam que as energias não estão fluido em você e/ou que na casa há pessoas muito controladoras e que não deixam a vida fluir por si.
Infiltrações: tem o mesmo significado que goteiras. Mas também podem representar um lar onde os moradores retém a afetividade.
Lâmpada queimada: luz é energia e lâmpada que queima com freqüência significa que a energia do ambiente está fraca. Falta alegria.
Telefone com problema: o telefone com problemas freqüentes significa falta de comunicação pessoal. Melhore a sua comunicação com os outros.
Relógio Parado: Energia estagnada.
Portão ou porta de entrada descuidados: Há alguém com aparência física descuidada e com questões de auto-estima a ajustar.
Dicas e cuidados:
Paredes danificadas: emitem vibrações negativas que influenciam na saúde dos moradores. Sempre mantenha as paredes limpas, cuidadas e sem mofo.
Porta e Janelas entulhadas : a energia não flui o que provoca dificuldade de relacionamento e expressão.
Casa Bagunçada: é resultado de vida bagunçada.
Banheiros: local onde deixamos nossas impurezas. Essas energias saem à noite e podem prejudicar os moradores. Deixem sempre a porta do banheiro e a tampa do vaso sanitários fechadas quando há gente na casa ou no escritório e abertas quando não há ninguém na residência ou no escritório para que as energia circule e se enfraqueça.
Plantas detém correntes de vento e energias nocivas, ou seja, são filtros energéticos naturais.
Insira espelhos “Inteligentes” voltados para onde você não quer que energia ruim venha, são curas de Radionica e de Feng Shui.
Nunca use fotos de pessoas para tapar buracos de paredes.
Coloque quadros alegres, serenos, pois são boa energia para sua casa e/ou escritório.
Não colocar cama, fogão, sofá ou altar atrás de paredes com encanamentos.
Arejar ambientes : Abrir portas e janelas ao menos 2 horas por dia.
Limpar o que não serve cria espaço para novas aberturas na vida.
Colar as placa radiônica chamada SCAP* nos aparelhos do quarto de dormir para neutralizar as radiações emitidas por estes aparelhos.
*Criado pelo radiestesista francês André Philippe, este gráfico se baseia na “lei de compensação das forças” e é utilizado para neutralizar energias e radiações nocivas. Ao ser posicionado sob um foco de energias nocivas, absorve e acumula parte da energia eletromagnética liberada por aparelhos elétricos e eletrônicos. Neutraliza, portanto, ondas nocivas que são irradiadas por computadores, celulares, TVs, telefones, microondas, rádios, caixa de força e torres elétricas. Pode atuar também no campo psíquico e emocional, juntamente com tratamentos contra vícios ou no controle da pressão arterial. Colar o gráfico atrás dos aparelhos que liberam energia eletromagnética ou, que se encontram em uma distância menor que um metro e meio do observador. 
- Professor Francisco Borello.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Ela venceu (n)o amor – Baseado em uma história real


Ela sempre foi demais para ele. De verdade. Não pela beleza, embora ela fosse verdadeiramente linda. Mas é que ela nunca se vendeu pro carrão dele, nem para os bíceps do “projeto verão” que ele cultivava com um cuidado repugnante. Ela jamais se vendeu como as moças que se atraíam pela superficialidade dele. Ela enxergou além, ela se apaixonou pelas qualidades que ele não tinha.
Ela se orgulhava de ter sido escolhida pelo cara mais cobiçado do bairro. Ela sorria diante das declarações de amor recheadas de falsidade e de erros de gramática, ela se sentia especial. Ela se sentia em um conto de fadas e ele não conseguia ser sequer um sapo. Mas, coitada, a paixão tem dessas coisas.
Era triste ver uns olhos tão cheios de verdade imersos na superficialidade de um príncipe metido e de pau, provavelmente, muito pequeno – e digo príncipe no pior dos sentidos que pode ser atribuído à palavra.
Ele saía nas noites de sexta rodeado de biscates, mas ela se contentava com as segundas-feiras em sua companhia. Ela não via o quanto ela merecia mais. Ela era tão mulher pra aquele menino que nunca virou homem. Ela tinha um sorriso tão largo, mas toda aquela falta de amor quase o apagou. Quase.
Ela esqueceu. Doeu, e provavelmente ela pensou que não suportaria. Porque, você sabe, dói mesmo. Mesmo quando a gente sabe que não tem que ser, dói. Mas passa. E pra ela passou. Ninguém lia a sua dor no seu olhar – por que ele jamais perdeu o brilho. Ela guardou aquela dor tão bem guardada que, num belo dia, nem mesmo ela a encontrou.
Ela continuou tão linda e tão mulher que me inspirou a escrever esse texto – e olha que ela nem sabe. Ela amou um idiota – mas, quem nunca? O importante é que ela não deixou que ele levasse nenhum pedacinho dela embora. Ele veio e passou, como uma tempestade que ensina a gente a ser mais forte.
Está mais linda do que nunca. Linda, viajada e bem amada. E o melhor disso tudo é que ela não faz questão de mostrar isso pra ele e nem pra ninguém – mas essas coisas a gente percebe no olhar, né? Quem a via de mãos dadas com um cara tão desprezível não imaginava que ela fosse tão mulher, mas ela provou que é.
Ele continua com as piores companhias possíveis. Sorrindo superficialmente, amando superficialmente, vivendo superficialmente. Até ele entendeu que não merecia tanto
Ela não se boicotou, enxugou as lágrimas e tratou de ser feliz como merecia. Foi em frente, de forma leve. Por que, além do que seus olhos poderiam ver naquele momento, havia algo – e alguém – melhor. E ela sabia. Por isso, ela venceu. Ela passou e deixou marcas, porque uma mulher de verdade sempre marca. E ele… Bem, ele só passou.

Nathalí Macedo

quarta-feira, 29 de abril de 2015

- COISAS QUE AS PESSOAS EMOCIONALMENTE FORTES NÃO FAZEM -




- Não pedem atenção.
Precisar de atenção está diretamente ligado a emoções. Os que sentem necessidade de reconhecimento, apenas se sentem válidos quando os outros os fazem sentir necessários. É como se essas pessoas não estivessem seguras do seu valor. Sentir-se inseguro do seu valor é meio caminho para o não reconhecimento. Se não sentimos que somos importantes, os outros também não o vão sentir.
- Não permitem que os outros as rebaixem.
Força emocional requer resiliência. O mundo está cheio de gente negativa, invejosa e ciumenta. Infelizmente muitas vezes os que nos rebaixam são os que estão mais perto de nós. A melhor solução é livrarmo-nos dessas pessoas, mas é também a mais difícil. Se conseguir remover essa gente da sua vida é menos um problema emocional.
- Não guardam rancores.
Se guarda rancor está a dar mais importância do que devia a um assunto. Se uma pessoa pede desculpa genuinamente, perdoe de imediato. Se não pedir desculpa, não interaja mais com ela, mas não guarde rancor. Se continuar a dar-se com essa pessoa, vai fazer-lhe mais mal do que bem.
- Não deixam de acreditar em si próprias.
Os que gostam de si próprios, percebem-se a si próprios, não tem medo e tem orgulho de si próprios nunca duvidam deles próprios. Sabem quanto valem, nem um tostão a mais, nem a menos.
- Não são sacanas, nem idiotas.
Há pessoas más, sim, e perguntamo-nos porquê. Ser mau só serve como fator intimidante. Se quer intimidar, é preferível negociar. Se está a intimidar apenas por prazer, obviamente está a compensar uma falta de auto confiança.
- Elite Daily
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que são nas coisas mais simples da vida que estão os momentos mais importantes.
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar a não pensar demais, a jogar fora o guarda-chuva, a acabar com a timidez, a conversar mais do que permitido, a tomar banho no rio.
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar a rir de todas as coisas esquisitas da vida e, principalmente, a não ligar para o que os outros pensam. Namore uma mulher que sorria, mesmo sem fazer nenhum som, de uma forma totalmente louca. Você vai ter vontade de abraçá-la.
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que ser sério não tá com nada – a seriedade é duvidosa, a alegria é interrogativa.
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que paixão e satisfação caminham de mãos dadas.
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar a ser imprudente, porque, se andar sempre em linha reta, não terá historias para contar.
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar a chorar nos filmes bobos e a dormir nos filmes chatos.
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que ninguém deve julgar seus defeitos.
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar, por mais que você esteja sofrendo, que um sorriso sempre alivia um pouco.
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que, às vezes, é preciso chorar, porque se você procurar felicidade eterna, não encontrará.
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que amor não precisa de papel assinado. Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar a não arrumar a casa na segunda-feira, a não sofrer com o fim do domingo.
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que, às vezes, começar de novo é exatamente o que uma pessoa precisa.
Namore uma mulher que sorria. Ela vai te ensinar que as mulheres não são frágeis. Elas só querem alguém para sorrir junto.
Nossa vida é:
como uma viagem de trem, cheia de embarques e
desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de
surpresas agradáveis com alguns embarques e de
tristezas com os desembarques...
Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem,
encontramos duas pessoas que, acreditamos, farão
conosco a viagem até o fim: 
Nossos pais. Não é verdade?
Infelizmente, em alguma estação eles
desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinhos,
proteção, amor e afeto.
Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. 
Outros fazem a viagem experimentando somente tristezas.
E no trem há, também, pessoas que passam de vagão a vagão,
prontas para ajudar a quem precisa. Muitos descem e
deixam saudades eternas.
Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos,
ninguém sequer percebe.
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros, acomodam-se em vagões diferentes do nosso. 
Isso obriga a fazer essa viagem separados deles.
Mas claro que isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos
nosso vagão e chegarmos até eles. 
O difícil é aceitarmos que não podemos nos assentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.
Essa viagem é assim: 
cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. 
Sabemos que esse trem jamais volta. 
Façamos, então, essa viagem, da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos os passageiros, procurando em cada um deles o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto, poderão fraquejar e, provavelmente, precisaremos entender isso.
Nós mesmos fraquejamos algumas vezes.
E, certamente, alguém nos entenderá. 
O grande mistério, afinal, é que não sabemos em qual parada desceremos.
E fico pensando: 
quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim. Deixar meu filho viajando nele sozinho será muito triste. 
Separar-me de alguns amigos que nele fiz, do amor da minha vida, 
será para mim dolorido. Mas me agarro na esperança de que, em
algum momento, estarei na estação principal, e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando desembarcaram.
E o que me deixará feliz é saber que, de alguma forma, posso ter colaborado
para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.
Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas. Minha expectativa aumenta, à medida que o trem vai
diminuindo sua velocidade... Quem entrará? Quem saíra?
Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo íntimo,
deixaram desmoronar.
Fico feliz em perceber que certas pessoas, como nós, têm a capacidade de reconstruir para recomeçar. Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver, é tirar o
melhor de "todos os passageiros".  e por mais que nossos assentos não estejam lado a lado, com certeza,
o vagão é o mesmo.
Antigamente eu gastava no mínimo 8 horas por semana para manter tudo bem limpo, caso "alguém aparecesse para visitar" 
mas depois descobri que ninguém passa "por acaso" para visitar
todos estão muito ocupados passeando, se divertindo e 
aproveitando a vida!
E agora, se alguém aparecer de repente?
Não tenho que explicar a situação da minha casa a ninguém...
as pessoas não estão interessadas em saber o que eu fiquei
fazendo o dia todo enquanto elas passeavam, se divertiam e aproveitavam a vida...
Caso você ainda não tenha percebido:
A VIDA É CURTA ... APROVEITE-A!!!
Tire o pó ... se precisar...
mas não seria melhor pintar um quadro ou escrever uma carta,
dar um passeio ou visitar um amigo, assar um bolo e lamber a
colher suja de massa, plantar e regar umas sementinhas?
Pese muito bem a diferença entre QUERER e PRECISAR!
Tire o pó... se precisar...
mas você não terá muito tempo livre...
para beber champanhe, nadar na praia (ou na piscina),
escalar montanhas, brincar com os cachorros, ouvir música
e ler livros, cultivar os amigos e aproveitar a vida!!
Tire o pó... se precisar...
mas a vida continua lá fora, o sol iluminando os olhos,
o vento agitando os cabelos, um floco de neve, as gotas da
chuva caindo mansamente....
Pense bem, este dia não voltará jamais !!
Tire o pó... se precisar....
mas não se esqueça que você vai envelhecer e muita coisa não
será mais tão fácil de fazer como agora...
E quando você partir, como todos nós partiremos um dia, também
vai virar pó!!!
Ninguém vai se lembrar de quantas contas você pagou,
nem de sua casa tão limpinha, mas vão se lembrar de sua
amizade, de sua alegria e do que você ensinou e dos exemplos
que deu.
AFINAL:
Não é o que você juntou, e sim o que você espalhou que
reflete como você viveu a sua vida.
Tire o Pó!!!... só Se precisar....


Ana Catarina Caetano

terça-feira, 28 de abril de 2015

7 CONCEITOS-CHAVE PARA AUMENTAR A AUTOESTIMA

1 – EVITE A GENERALIZAÇÃO

Na minha prática profissional em consulta clínica, ouvi muitas vezes os clientes dizerem-me: “Eu tenho baixa autoestima.” Há vários problemas com esta declaração. Primeiro, ela pressupõe uma perspectiva geral e absolutista de, “tudo ou nada”, como se cada um de nós nos resumíssemos a ter uma elevada autoestima ou baixa autoestima. Se você fizer uma avaliação honesta de si mesmo, certamente conseguira realizar uma lista de qualidade que você tem que contribuem para que você se sinta bem. Por exemplo, se você está lendo este artigo, provavelmente significa que você possui autoconhecimento, vontade de aprender e crescer, e um desejo de melhora o estado atual em que se encontra,  e com isso promover o seu bem-estar futuro.
A mensagem que estou a tentar passar, é que mesmo que você perceba que a sua autoestima está diminuída, você não tem de ver isso como uma desgraça e agir como se fosse uma pessoa sem valor ou incapaz de sentir-se bem. Reflita sobre isso, pense nas razões que podem estar contribuindo para isso, e perceba também que habilidades possui que pode colocar em ação para se sentir melhor. Depois dessa reflexão, mensure a sua autoestima numa escala de (0-10). Por exemplo, se você considera que a sua autoestima está no valor 3, tome consciência do que pode fazer para elevar esse valor para 5 ou 6. Esta estratégia é muito capacitadora porque não o fixa numa catalogação da sua autoestima, dando-lhe ainda a noção de que pode fazer coisas para aumentar esse valor.
Da próxima vez que você se apanhar a si mesmo a dizer: “Eu tenho baixa autoestima“, por favor, pare. Isso é um modo geral de comunicar a percepção do seu valor pessoal, englobando todas as suas incapacidades, personalizando, e materializando um discurso interno que simplesmente não corresponde à verdade. Dizer que você tem baixa autoestima pode tornar o problema parecer tão grande e assustador que pode sentir-se extremamente impotente para fazer algo para melhorar. Ao invés, aplique o próximo fator!

2 – DIVIDIR PARA CONQUISTAR A SUA BAIXA AUTOESTIMA

Será benéfico e muito esclarecedor se você for específico sobre os aspetos particulares da sua vida, principalmente aqueles em que não tem confiança, como por exemplo, o seu peso e forma física, a sua competência para falar em público, a sua capacidade para atrair o parceiro romântico desejado, ou a sua capacidade de lidar com uma pessoa difícil. Dizer simplesmente: “Eu tenho baixa autoestima“, é muito diferente de dizer, “Eu tenho problemas de autoestima relacionado com o meu peso e forma física.” A primeira, é geral e pessoal, fazendo com que a baixa autoestima seja uma falha de caráter abrangente. A segunda, é sobre um assunto que você tem no momento, não invalidando outros aspetos de quem você é como pessoa. Olhando a baixa autoestima como um problema específico e separado de você, faz com que esse problema possa ser diagnosticado e resolvido.

3 – OBSERVE OS SEUS PADRÕES DE PENSAMENTOS NEGATIVOS

Para melhorar a autoestima, é importante observar quando estamos envolvidos em padrões de pensamento que diminuem a autoestima. Quando os problemas de baixa autoestima foram condicionados por muitos anos, os padrões de pensamentos negativos resultantes, tornam-se inconscientes e disparam automaticamente. Para enfraquecer esta tendência, importa que você consiga observar a si mesmo a ter esse tipo de pensamentos e pausá-los.
A auto-observação é um recurso psicológico útil que ajuda a aumentar a consciência em muitas situações. É a parte da sua consciência que exerce a atenção plena (mindfulness), e ajuda-o a fazer escolhas inteligentes e refletidas. Por exemplo, se você tem a tendência de olhar para si mesmo no espelho pela manhã e pensar “Eu não sou atraente“, em vez disso, simplesmente observe e faça uma nota mental para si mesmo, do género: “Eu estou a ter um pensamento negativo.” Esta observação objetiva é o seu eu observador em ação.
Observe os seus pensamentos negativos, sem julgamento. Evite lutar com o seu problema de baixa autoestima. Basta notar, com curiosidade, como se você estivesse assistindo a um jogo de futebol e não estivesse a gostar do desempenho de um jogador da sua equipe, mas fosse seu admirador e fã incondicional. Digamos, por exemplo, que a partir do seu observador você diz algo do género: “Lá está a minha tendência de me mandar abaixo a manifestar-se. Estou aqui para ti. Eu sei o que fazer para cuidar bem de você. “Quando você utiliza o seu eu observador desta forma em uma base regular, você distancia-se psicologicamente e emocionalmente dos seus pensamentos negativos. Isso permite-lhe ter o controle necessário para aplicar hábitos saudáveis promotores da sua autoestima, como os dos pontos 4 e 7, mais abaixo.

4 – FALE PARA OS SEUS PENSAMENTOS NEGATIVOS COM RESPOSTAS ASSERTIVAS

Uma vez que você se distancia dos seus pensamentos negativos, não se identificando com eles, você pode mais facilmente falar de volta para eles, e substituir os pensamentos negativos com pensamentos positivos fortalecedores. Esta ação é um hábito positivo que será reforçado com a repetição, persistência e determinação. Apresento dois exemplos:
A. Reduzir a personalização negativa. Quando você se sentir perturbado sobre o comportamento de alguém, evite saltar imediatamente para uma conclusão negativa. Em vez disso, perspective várias formas de ver a situação antes de reagir. Por exemplo, eu posso pensar que o meu amigo não retornou minha chamada porque ele está me ignorando, ou eu posso considerar a possibilidade de ele ter um assunto urgente a tratar. Quando evitamos personalizar os comportamentos das outras pessoas, ou seja como se tudo tivesse relacionado conosco, podemos perceber as causas dos comportamentos de forma mais objetiva. As pessoas fazem o que fazem muito por motivos próprios do que por causa de nós. Alargar a nossa perspectiva pode reduzir a possibilidade de mal-entendido.
B. Reduzir o medo da rejeição. Uma maneira eficaz de gerir o seu medo da rejeição é capacitar-se com várias opções em situações importantes, de modo que não importa o que aconteça, você tem fortes alternativas daqui para frente. Evite colocar todos os seus ovos em uma cesta (emocionalmente), criando um Plano B viável, e também um Plano C, que deve acionar quando o plano A não funcionar. Por exemplo:
  • Maior medo da rejeição: “Eu estou aplicando toda a minha energia e esforço neste meu trabalho de sonho. Vou ficar arrasado se não me contratarem.”
  • Diminuição do medo da rejeição: “Eu estou aplicando-me a fundo nesta primeira possibilidade, mas não me resumo a ela.  Se não ficar com este trabalho, existem mais dois que eu sou bem qualificado para…”

5 – RECONHEÇA O SEU VELHO PADRÃO DE ATUAÇÃO

Se você refletir onde “aprendeu” a ter uma baixa autoestima, talvez recorde alguns acontecimentos do passado onde provavelmente internalizou influências negativas, do tipo “faca de dois gumes.” Por exemplo:
  • Quando você era criança, ver nos mídia modelos com corpos perfeitos e muito magros pode ter causado insegurança sobre o seu próprio corpo.
  • Ser questionado na frente da classe, enquanto fazia uma apresentação de um trabalho pode ter induzido o medo de falar em público.
  • Ter testemunhado os contornos do divórcio dos pais quando era criança pode ter afetado a confiança em ter uma relação de compromisso bem sucedido.
  • Ser ensinado social ou culturalmente para respeitar a autoridade talvez tenha inibido a capacidade para lidar assertivamente com chefes difíceis.
  • Estar ciente das possíveis origens da sua baixa autoestima, e reconhecer que a baixa autoestima é maioritariamente aprendida, é um exercício muito capacitador. Se olharmos para a baixa autoestima como uma anomalia aprendida, podemos perceber que também pode ser desaprendida, exatamente como fazemos para substituir um mau hábito por um hábito saudável.

    6. ABANDONE AS COMPARAÇÕES SOCIAIS NEGATIVAS

    Uma das maneiras mais fáceis e comuns para sentir-se mal sobre si mesmo é se comparar-se desfavoravelmente aos outros. Podemos ser tentados a nos comparar com aqueles que têm mais realizações, parecem ser mais atraentes, ganhar mais dinheiro, ou viajarem mais. Quando você se encontra desejando ter o que alguém tem, sente ciúmes, podendo também sentir-se inferior ou inadequado, como resultado, você está dando um tiro no seu pé usando como arma a comparação social negativa. Comparações sociais negativos habituais, podem levar uma pessoa a experimentar uma maior stress, ansiedade, depressão, e fazer escolhas autodestrutivas.
    Apresento duas notas interessantes sobre a comparação social negativa:
    A. comparação social negativa tem elementos de narcisismo. Quando queremos parecer, ser, ou ter o mesmo que os outros, não estamos realmente desejando tudo sobre essa pessoa, mas apenas os aspetos idealizados individualmente. Esta percepção idealizada e grandiosa do outro é narcisista na sua natureza. As possibilidades são, nem mesmo aqueles com quem você se compara, são da forma que você imagina.  É por isso que muitas vezes quando as pessoas passam algum tempo com os seus “heróis”, “heroínas”, “modelos”, ou “ídolos”, descobrem que aqueles a quem eles olham também têm fraquezas, falhas, dificuldades e problemas, assim como todos os outros.
  • B. É possível deixar de idealizar e olhar a realidade. Por exemplo, você pode querer ter a carreira perfeita e um monte de dinheiro como o seu chefe, ou a boa aparência do seu amigo, ou um maravilhoso relacionamento romântico como o seu vizinho. Comparando-se com eles, pode fazer que de alguma forma você se sinta “menor”. Mas quando você olha para as suas vidas de forma mais objetiva, provavelmente irá perceber que o seu chefe tem problemas de saúde e questões familiares, o seu amigo é realmente inseguro sobre a sua aparência, e o seu vizinho passou por um divórcio doloroso e muitas lições difíceis antes de encontrar um companheiro compatível. Olhando para eles a partir de uma perspectiva mais equilibrada, você percebe que não é mais do que aparenta, e que eles são seres humanos, com a sua própria quota de desafios como você.

    7 – CRIE REFÚGIOS E APOIOS POSITIVOS NA SUA VIDA

    Crie lugares de refúgio, quer exteriores, quer interiores, assim como suporte de amigos e familiares, terapeuta ou grupo de apoio onde possa encontrar reforço positivo. Identificar e abraçar a sua base de apoio através da aceitação de quem você é como pessoa, tendo empatia pelas suas fraquezas e vulnerabilidades, encoraja-o a avançar em sua vida de uma forma saudável e construtiva. Por certo, quanto estamos rodeados de pessoas que são positivas e nos querem bem, somos mais felizes e capazes de sermos quem queremos ser.
    Para trabalhar no seu refugio interior, você pode em cada manhã ou à noite, tirar alguns minutos para reconhecer os seus padrões de pensamento negativo e afirmar o que você quer implementar. Validar o que está funcionando em sua vida (não importa quão grande ou pequeno), identificar os objetivos desejados e contar suas bênçãos pode ser promotor da sua autoestima. Expresse gratidão pelo que você já tem. Desenvolva um ritual diário de recursos e capacite-se.
    Se até ao momento tem vindo a sofrer de baixa autoestima, prejudicando a sua vida, suas realizações pessoais e felicidade, e nada tem funcionado para melhorá-la, preparei uma Palestra em Vídeo onde ensino estratégias eficazes para você melhorar a sua autoestima e autoconfiança.