quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

VOCÊ VAI QUERER SER UM VELHO OU UM IDOSO?


O velho se entrega, o idoso se prepara.
IDOSO OU VELHO 
(Jorge R. do Nascimento.)
Idosa é uma pessoa que tem muita idade.
Velha é a pessoa que perdeu a jovialidade.
A idade causa degenerescência das células.
A velhice causa a degenerescência do espírito.
Por isso nem todo idoso é velho e há
velho que ainda nem chegou a ser idoso.
Você é idoso quando sonha.
É velho quando apenas dorme.
Você é idoso quando ainda aprende.
É velho quando já nem ensina.
Você é idoso quando pratica esportes,
ou de alguma outra forma se exercita.
É velho quando apenas descansa.
Você é idoso quando o dia de hoje
é o primeiro do resto de sua vida.
É velho quando todos os dias
parecem o último da longa jornada.
Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs.
É velho quando seu calendário só tem ontens.
O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade
de viver uma longa vida produtiva,
de ter adquirido uma grande experiência.
Ele é uma ponte entre o passado e o presente, como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro.
E é no presente que os dois se encontram.
Velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, que em vez de transmitir experiência às gerações vindouras, transmite pessimismo e desilusão.
Para ele, não existe ponte entre o passado e o presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado.
O idoso se renova a cada dia que começa.
O velho se acaba a cada noite que termina.
O idoso tem planos.
O velho tem saudades.
O idoso curte o que resta da vida.
O velho sofre o que o aproxima da morte.
O idoso se moderniza, dialoga com a juventude, procura compreender os novos tempos.
O velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e recusa a modernidade.
O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e de esperanças. Para ele o tempo passa rápido,
mas a velhice nunca chega.
O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido.
As rugas do idoso são bonitas porque foram
marcadas pelo sorriso.
As rugas do velho são feias porque foram
vincadas pela amargura.
Em resumo, idoso e velho, são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório,
mas têm idade bem diferente no coração.
A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.
Cada fase tem seu encanto, sua doçura,
suas descobertas.
Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor.
Somente assim, na soma das experiências e
oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.
Se você é idoso,
guarde a esperança de nunca ficar velho.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015


Quando as dores da alma se transformam nas dores do corpo, nem mesmo a medicina, hoje em dia já tão avançada, é capaz de explicar suas causas e origens.
Ao sentirmos dores no corpo, em geral, temos o hábito de deixar para lá ou nos automedicar, não dando muita importância aos motivos que levaram aquela dor a aparecer. Mas, às vezes essa dor vem de tal forma insistente que não nos deixa alternativa a não ser recorrer aos médicos em busca de uma solução. No entanto, há muitos casos onde a medicina não consegue solucionar esse problema, foge ao seu alcance a cura e nos tornamos dependentes de remédios que aliviam nosso sofrimento, mas não o finalizam.
Onde existe dor é preciso estar atento ao fato de que é provável localizar ai algum distúrbio de sentimentos e padrões comportamentais. Não é uma regra, mas muitas vezes a dor surge como um pedido de socorro. Quando estamos adentrando por um caminho que não será produtivo para nós, ou nos encontramos em uma condição de pensamentos que nos envenenam a alma, a dor aparece como uma tentativa da vida de nos resgatar, nos obrigando a parar tudo e focar em nós mesmos.
Outra condição que é bastante interessante de ser analisada é o fato de que a dor nos torna mais frágil, e essa fragilidade algumas vezes é positiva para nos reaproximar com pessoas, amigos, amores, familiares, com os quais estávamos travando uma batalha. Quando a dor surge na forma de uma doença, é muito válido observar como a trégua se faz entre as pessoas, todos os motivos que antes eram o bastante para gerar conflitos perdem a força e as pessoas se unem, se solidarizam pelo bem estar e recuperação daquele que agora precisa de carinho e atenção.
Perceba que essa dor, que normalmente surge na hora menos apropriada, nos aflige e nos faz sofrer (não somente a nós mais também aqueles que nos amam) é também uma semente de esperança, pois nos obriga a sair de nossa zona de conforto nos fazendo encarar nossos medos, reavaliar sentimentos e reajustar relacionamentos. Voltando-nos, dessa forma, para dentro de nós mesmos nos coloca frente a frente com os reais valores e significados que a vida deveria ter.
Quantas pessoas descobrem a sua força somente quando são forçadas a serem fortes; Quantas pessoas ultrapassam seus limites quando se veem obrigadas a arriscar e ir além de suas próprias crenças; Quantos de nós nos surpreendemos com o amor ou a dedicação de alguém justamente quando pensamos que não haveria ninguém ao nosso lado. São sementes de esperança que germinam diante da dor nos provando uma vez mais que a vida tem seus próprios meios de nos fazer caminhar.
A dor é um convite à renovação, é um apelo da vida para nos mostrar que alguma coisa está fora do eixo, sendo necessário voltarmos nossos olhos para dentro de nós mesmos e para tudo que nos cerca de forma que possamos perceber o que precisa e pode ser realinhado. Quando não sabemos exteriorizar nossos conflitos internos corretamente acabamos por refletir isso em nosso corpo, armazenando tensões que resultam em dor e sofrimento. Somente o balanço correto entre nossos sentimentos e a realidade a nossa volta, será capaz de liberar o nosso corpo do sofrimento que é imposto pela nossa alma.
Se a visita da dor bate a sua porta antes de indagar “Por quê?” pergunte a si mesmo “Para que?”, a resposta a essa pergunta te indicará o melhor caminho para o reequilíbrio interior tornando-te apto e enfrentar as lutas diárias com mais serenidade e confiança. Quando descobrimos de onde a dor vem aprendemos para onde ela vai.
(Maisa Baria)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

CASAR E MORAR JUNTO (Leia com atenção)


Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes.
Não tem nada a ver com seu status no cartório.
Tem a ver com entrega.
Você pode casar com todas as honras.
Dar uma festa linda.
Gastar os tubos na Lua de Mel.
Se mudar com o marido para um apartamento lindo. pronto. decorado. cheio de almofadas em cima da cama…
Vocês podem ter se casado – mas vão demorar muito pra saber o que é morar junto.
Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos.
Morar junto é saber dividir.
Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar.
Morar junto é dividir as contas e as almas.
Morar junto é ter um pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho.
E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido.
Morar junto é ter que assistir Homem Aranha no Telecine Action, e se esforçar para achar legal.
Morar junto é tomar banho junto.
Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um barco) Morar junto é ouvir onde dói no outro.
Do que ele sente medo. Onde ele é criança.
O que o deixa frágil.
Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada.
Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo.
Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro.
Morar junto é demorar para levantar.
Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço.
Quem mora junto geralmente é solidário.
Casar não. Qualquer um casa.
Pra casar basta assinatura e champanhe.
Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo.
O tempo todo.
Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja.
Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos.
Quando moramos junto mudamos junto.
E o outro vira um outro diferente com os anos.
E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia.
Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.
^^

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !
Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.
A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?
No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".

Autor: Luis Fernando Veríssimo

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Quando as emoções constroem novos caminhos

Quando as emoções constroem novos caminhos
Sempre existe em cada um de nós uma palavra não dita, um sentimento inconfesso e reprimido, um desejo implícito que quer ter vida. O nosso eu interno precisa de ar. Precisa respirar um pouco aqui fora, no mundo onde talvez ele possa ser compreendido e amado. Mas no cotidiano das urgências e dos prazos, onde o Ter impera e o Ser vai perdendo mais e mais status, já não há muito espaço para a expressão do sentir. E, se poucos são aqueles que param para ponderar acerca das próprias emoções e desejos, quem teria, nos dias de hoje, tempo e interesse de ouvir o desabafo do outro?
Na tentativa de sublimar os seus conflitos internos, os poetas versejam o que punge, os pintores delineiam as emoções em traços e tons, os escultores se esmeram em dar expressão concreta aos abstratos da alma, os músicos dão som aos ais e às alegrias mais profundas. Mas, e aqueles que não se inclinam às artes? A estas, que correspondem à esmagadora maioria de nós, resta a velha terapêutica da amizade: o desabafo.
Desabafar é fazer fluir a palavra para dar vazão a uma emoção afogada em nossa represa interior. A dor pode deslizar nas ondas das frases, a alegria pode transbordar dos verbos e dos substantivos mais delicados… O desejo, a frustração, tudo muda quando dito, quando confessado. A emoção recebe rajadas de luz. Mas poucos, infelizmente, são aqueles que, hoje, ao apregoarem ou até jurarem uma sincera amizade, emprestam seus ouvidos ao outro.
Penso que talvez a maioria de nós não perceba que quem desabafa não quer conselho. Não quer norte. Não quer reprimenda ou aplauso. Só quer saber que outro humano se importa. Que outro humano é capaz ouvir e talvez dimensionar a sua dor. Quer sentir que no mundo há outros que também sentem e que compreendem os seus vazios, ou as suas falsas plenitudes.
Talvez o que temamos seja ver no outro a nossa dor espelhada a que há muito não notamos, e que está abafada, aturdida, asfixiada pela pressa cotidiana, mas que, em silêncio, sangra. Talvez o que tenhamos, de fato, seja o medo de constatar a imensa humanidade que ainda resta em nós, embora nos cerquemos de máquinas e números e metas concretas.
Não ouvir, não querer ler no outro as linhas mais significativas do seu íntimo é prova incontestável de que a amizade inexiste. A amizade consiste na delicadeza do “estar disponível” para sentir o outro. Ela é o exercício da empatia.
Aquele que é incapaz de ouvir, por mais bem-sucedido que seja no mundo dos fatos, é ainda indigente nos terrenos da alma. É estrangeiro no solo da afeição. E nem percebe que, de tanto omitir-se de ouvir, a sua alma emudece e se esquece, um tanto mais e a cada dia, do existir.
Por Nara Rúbia Ribeiro

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Possibilidades de melhorar a convivência

Tendemos a entender e a crer que sabemos fazer escolhas. Nem sempre nossas vontades são o que há de melhor para nós mesmos. Embora possa ser interessante a opção de quem resolve ficar em seu próprio mundo, talvez valha a pena ser reservar um espaço para reflexão sobre como nos comportamos no círculo de amizades e o que poderíamos fazer de diferente para entendermos melhor o outro e sermos mais bem compreendidos.
Assim, para quem desejar dedicar algum tempo para esse propósito, talvez seja o caso de dar uma pausa para analisar a viabilidade de promover alguns ajustes em seu jeito de ser e de se comunicar, podendo, quem sabe, ser possível:
  • Compartilhar mais vezes seus conhecimentos, experiências, dons e habilidades, abrindo espaço para reflexões, incentivando o despertar de vocações, talentos, lideranças, tendo humildade para analisar os questionamentos e críticas, além de certa flexibilidade para se reposicionar.
  • Sair da zona da neutralidade e fazer o que tiver ao seu alcance para esclarecer os mal-entendidos e trazer clareza à situação, quando se mostra desejável um posicionamento seu, pela sensibilidade que tem e pelo conhecimento do assunto e pelos seus vínculos com os envolvidos.
  • Dosar o limite de insistência, em termos de tentativa de persuadir alguém, respeitando o estágio de evolução e as conveniências dele: “Você pode levar um cavalo às margens do rio, mas não consegue obrigá-lo a beber água”. Isto, porém, não o livra de procurar, com tato, esgotar as alternativas ao alcance.
  • Assimilar que não lhe cabe tripudiar, nem tirar proveito de quem está em desvantagem. Deixar uma saída honrosa para o vencido, permitindo que cada um se manifeste como sabe e quer: ajuda muito aceitar que o choro é livre e a reação alheia, dependendo da situação, merece ser vista apenas um problema alheio.
  • Se entender que deve exercer controles, que o sejam de suas suscetibilidades e imposições: é uma bela maneira de ser melhor para si mesmo e de exercitar a humildade. Nem tudo o que dirigem à sua pessoa está revestido de ofensa, má intenção, inveja, entendendo que a comunicação é complexa demais para ser vista ao pé da letra.
  • Não fazer agressões fortuitas, com rancor, ódio para, minutos depois, se arrepender do que disse ou fez. Controlar-se nos desentendimentos e manifestações radicais: de preferência, nas relações, nunca corte o que puder desatar.
  • Ter mais vezes a inocência de crer com mais frequência nas boas intenções dos outros, principalmente os que estão mais próximos, que desfrutam da sua intimidade e gozam da sua confiança.
  • Elogiar sempre que surgir uma boa oportunidade: quem sabe fazer isso e reconhecer o mérito do outro desenvolve controle de vaidades,reconhecendo o mérito do outro. Será enxergado com mais afeto e sua conduta poderá servir de inspiração. Terá suas críticas aceitas com mais naturalidade: quem sabe elogiar tem mais direito de criticar.
  • Estender seu olhar para breves frases que parecem irrelevantes bordões e que podem encerrar oportunidades de interessantes repensares: “ser humilde, sem ser servil”“ser simples, sem ser simplório”; “ser reflexivo, sem ser lacônico” ; “ser conciso, sem ser incompleto”.
  • Cuidar para desenvolver mecanismos para aceitar com a possível naturalidade as discordâncias às suas opiniões e posturas. Cabe-lhe ponderar que até as suas sólidas convicções podem gerar questionamentos: ao permitir livremente essas manifestações terá oportunidades interessantes de reflexão e de aprimoramento.
E, finalmente, mas não menos importante:
  • Voltar suas atenções para a gentileza e a generosidade quando fizer críticas, escolhendo as palavras adequadas e o melhor momento para fazê-las: é uma oportunidade para evitar comentários furtivos, maledicências, prejulgamentos que são preconceituosos. Nas coisas em que tem agido de maneira diferente e não tem gostado do resultado, há uma oportunidade de mudanças: poderá, quem sabe, sentir-se mais leve e um pouco mais bem resolvido: todos agradecerão.

Lições que o tempo e a poesia me ensinaram

1– Na vida, conta o que sonhamos ser, não o que somos. É o sonho que nos aponta o horizonte da existência.
2  – Os ponteiros da vida têm outro ritmo e não adianta apressar o passo.  O caminhar importa mais que a chegada, desde que se aprecie a paisagem.
3 – Nada importa se um coração foi moído e sangrado de amor. Ele se fará sempre mais e mais forte, pois um coração nunca morre de amar.
4 – Um amigo é a bondade que se faz carne, mas é humano.  Ele pode e vai falhar vez ou outra.
5 – O  infinito é quando me  acaricia uma  brisa ou quando uma borboleta me acode a emoção. E se o céu é meu, posso dispensar o ouro e a prata, se eu assim o quiser.
6 – Não importa o tamanho da minha luz, ela adquiriu o direito de brilhar após vencer  a escuridão do meu peito.
7 – A maldade humana se faz minha, sempre que não consigo amar aquele que não é bom.
8 – Nenhuma prisão é maior que a gaiola da ignorância em que nos fechamos a nós mesmos sob a fachada da religião.
9 – A liberdade é uma asa com lâminas em lugar de penas; e voar é ferir-se.
10 – A miséria humana  tem peso de ouro e adorna o pescoço do egoísmo de  uns poucos .
11 – É a poesia infinita que permeia a alma do mundo. Temos presságios de eternidade e alumbramentos de esperança.