quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Atalhos



Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, aí mais tarde demora pra entender certas coisas, demora pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes teimosos e dramáticos. Levamos um século para aceitar o fim de uma relação, e outro século para abrir a guarda para um novo amor, e já adultos demoramos para dizer a alguém o que sentimos, demoramos para perdoar um amigo, demoramos para tomar uma decisão. Até que um dia a gente faz aniversário. 37 anos. Ou 41. Talvez 48. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E a gente descobre que o tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado no segundo tempo e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro ou fazer tabelas desnecessárias. Que esbanjamento. Não falta muito pro jogo acabar. É preciso encontrar logo o caminho do gol.
Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Excetuando-se no sexo, onde a rapidez não é louvada, pra todo o resto é melhor atalhar. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade.
Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando, não esperam sentados, não ficam dando voltas e voltas, não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada.
Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela.
O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro.
A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.
Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação.
Pra enrolação...atalho.


O MEDO DE AMAR

Esse medo faz com que as pessoas arrumem desculpas e justificativas para explicar suas inseguranças. Ele faz parte da nossa vida. Negá-lo ou inventar respostas fáceis é o que menos resolve.

Todos os seres humanos possuem um grande objetivo na vida: viver em estado de pleno amor. Talvez poucas pessoas estejam conscientes da importância que o amor tem ou pode ter em sua existência. Alguns vivem o amor em sua plenitude pelo simples fato de dispor dele em abundância. Aprenderam a amar, a se entregar ao ser amado e a criar relacionamentos criativos.
Infelizmente, porém, a realidade da maioria é o permanente estado de carência, de confusão emocional, de miséria afetiva. Vivem em solidão, isolados num apartamento, ou num casamento sem amor, ou em relações superficiais sem um envolvimento profundo.
O grande medo do homem moderno é o de amar, que é tão grande quanto o medo de não ser amado. Num mundo tão materialista, muitas pessoas se sentem envergonhadas de amar, como se fosse algo ridículo e bobo. Somos seres nascidos para o amor e, no entanto, negamos na prática nossa própria essência.
Cada um de nós sabe que amar alguém pode provocar uma sensação de fragilidade e dependência; a presença do outro torna-se vital, e a possibilidade de ser abandonado a qualquer momento fica tão ameaçadora que, em geral, as pessoas optam pela saída mais fácil: sabotar a possibilidade de viver um grande amor.
Eis aqui um dos grandes dilemas do ser humano: queremos viver um grande amor, mas procuramos o tempo todo destruí-lo. Certamente, as tentativas de destruição não são totalmente deliberadas e planejadas, porém o que conta é o resultado final.
O medo de amar é uma praga, uma erva daninha que corrompe o coração da maioria das pessoas. E depois vêm as queixas de solidão, desilusão, sofrimento.
Imagine o caso de uma amiga. Estamos numa segunda-feira e você vê, ao longe, no corredor da faculdade (ou da fábrica, escritório ou consultório), a sua amiga Sueli. Ela está esplendorosa, radiante. Sua aura brilhante está à mostra, pulsando com todo o vigor. Ao aproximar-se dela, você a cumprimenta com entusiasmo e pergunta o que está acontecendo.
Ela responde que encontrou o homem de sua vida, alguém inteligente, culto, sensível, bonito, com uma conversa atraente, participativa, e um jeito másculo e sensual. Sueli fala do olhar meigo e penetrante do parceiro, do seu toque suave, de seus abraços (mais gostosos que um mergulho no mar em dia de sol) e, para completar, diz: “Não entendo como um homem tão especial ainda não se casou! Agora que o encontrei, tenho certeza de que vou fazer tudo para dar certo”.
Ela se despede e você sai todo feliz, por ver que sua amiga, por fim, encontrou alguém capaz de motivá-la a amar e a viver um grande amor.
Uma ou duas semanas depois, você a encontra outra vez e percebe que ela já não está tão radiante. Seus passos já não parecem tão firmes e, quando você lhe pergunta “Como está indo o namoro do ano?”, ela friamente responde: “Vai bem”.
Você pensa: “Como um namoro com um homem tão sensacional pode ficar, em menos de duas semanas, simplesmente... bem?”
Ela continua: “Estamos nos dando conta de um monte de desacertos. Acho que ele me tolhe muito; estou me sentindo sufocada, mas vamos levando”.
Vocês se despedem, e uma série de imagens de relacionamentos com pessoas especiais que você amou e das quais, por causa dessa mesma sensação de sufocamento, se separou começa a aparecer na sua cabeça.
Quando você a encontra alguns dias depois, ela está visivelmente de baixo-astral, com a aparência de que algo ruim aconteceu. Antes de você falar qualquer coisa, ela diz: “Não deu certo, nós nos separamos. Foi melhor assim; pelo menos nós nos respeitamos e não nos machucamos”.
Sem mais comentários, ela se despede. Cada um vai para o seu lado e você continua pensando como pôde acabar, tão rápido, algo que tinha tudo para dar certo.
Ou será que foi exatamente porque ia dar certo? Não terá sido justamente por causa do medo de que desse certo?
O medo de amar existe.
Esse medo faz com que as pessoas arrumem desculpas e justificativas para explicar suas inseguranças. Ele faz parte da nossa vida. Negá-lo ou inventar respostas fáceis é o que menos resolve.
Certa vez, depois de um caso amoroso mal resolvido, um rapaz muito bem-sucedido nos negócios desabafou: “Meu coração secou e está fechado”. Em todas as ocasiões fazia o maior esforço para parecer seguro, autoconfiante. Estava convencido de que jamais deixaria alguém invadir novamente seu espaço, sua vida. Talvez imaginasse que, destruindo o amor antes mesmo de ele nascer, teria chances de sair “ileso” de qualquer relação. O medo de sofrer novamente por amor era tão grande que inviabilizava uma nova relação. Por medo de sofrer, condenou-se a sofrer todos os dias a dor da solidão.
O melhor, sem dúvida, é estar atento para esse medo, dar um mergulho na própria vida e perceber que, no fundo, quando alguém está decidido a ficar sozinho por medo de ser abandonado outra vez, não consegue mais enxergar o amor e tampouco tem olhos para a pessoa amada.




A DOR DE AMOR ...

Dói demais esperar por aquela ligação que nunca vem ...

Esperar por palavras que não serão ditas ...
Esperar por alguém que não vai voltar mais ....
Dói demais olhar nos olhos e não ser receber o olhar de volta ...
Dói demais saber que não é em você que ele pensa antes de dormir ...
Que não é sua voz que ele espera ouvir…
Que não é do seu cheiro que ele lembra ...
Dói demais saber que aquela música que ele ouve não faz lembrar você ...
Dói tanto que as lágrimas mal podem expressar ...
Olhar o pôr do sol é o mais difícil ...
Olhar a chuva caindo lá fora pode parecer tão cruel ....
Mas nada dói mais do que olhar para nós mesmas e não sorrir ...
Apesar da pessoa maravilhosa que somos ...
Só porque ele não ligou ....
Nada dói mais do que não se amar mais ...
Nada dói mais do que olhar para o seu sem esperanças ...
Porque mesmo que tudo se vá, nós ainda nos pertencemos ...
Então, embora a dor de não ser amada fira ...
Perder seu amor próprio pode destruir ...
As coisas precisam mudar lentamente ...
Comece sorrindo para você no espelho … isso vai refletir na alma ...
Importe-se com você ... importe-se com seu coração ...
E sorria, mesmo que seja só um movimento do seu corpo ...
Sorria para o vento ...
Sorria para o sol ...
Sorria para Deus ...
Sorria para a vida ...
E aquela dor… Deixa que o vento leva ….


terça-feira, 30 de agosto de 2011

De Bruxa pra Bruxa

Olhos de sapo, patas de rã,

que tenhas Sorte todas as manhãs!
Asas de morcego , baba de lombriga,
que sempre estejas de bem com a vida!
Patas de hipopótamo, couro de dragão,
que nada machuque seu coração!

Dentes de sogra, ossos de urubu
Saibas que gosto muito de TÚ!
Unhas de gato, penas de galinha,
que sempre estejas de bem com sua vizinha!
Prometa:
Vassourinha, vassourinha,
que cada ano eu esteja mais bonitinha.
Sapo, sapinho,
que nunca acabe meu perfume e meu batonzinho.
Calderão calderinho,
que haja abundância de dinheirinho...







Texto de Mario Quintana

Para meus amigos que estão ... SOLTEIROS.

O amor é como uma borboleta. Por mais que tente pegá-la, ela fugirá. Mas quando menos esperar, ela estará ali, do seu lado. O amor pode te fazer feliz, mas, às vezes, também pode te ferir. Mas o amor será especial apenas quando você tiver o objetivo de se dar somente a um alguém que seja realmente valioso. Por isso, aproveite o tempo livre para escolher.
Para meus amigos NÃO SOLTEIROS ...
Amor não é se envolver com a 'pessoa perfeita', aquela dos nossos sonhos. Não existem príncipes nem princesas.. Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas, sabendo também de seus defeitos. O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.
Para meus amigos que gostam de ... PAQUERAR.
Nunca diga 'te amo' se não te interessa. Nunca fale sobre sentimentos, se estes não existem. Nunca toque numa vida, se não pretende romper um coração. Nunca olhe nos olhos de alguém, se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti. A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você, quando você não pretende fazer o mesmo...
Para meus amigos ... CASADOS
O amor não te faz dizer 'a culpa é', mas te faz dizer 'me perdoe'. Compreender o outro, tentar sentir a diferença, se colocar no seu lugar. Diz o ditado que um casal feliz é aquele feito de dois bons perdoadores. A verdadeira medida de compatibilidade não são os anos que passaram juntos, mas sim o quanto nesses anos, vocês foram bons um para o outro.
Para meus amigos que têm um CORAÇÃO PARTIDO.
Um coração assim dura o tempo que você deseje que ele dure, e ele lastimará o tempo que você permitir. Um coração partido sente saudades, imagina como seria bom, mas não permita que ele chore para sempre. Permita-se rir e conhecer outros corações. Aprenda a viver, aprenda a amar as pessoas com solidariedade, aprenda a fazer coisas boas, aprenda a ajudar a própria vida. A dor de um coração partido é inevitável, mas o sofrimento é opcional. E lembre-se: é melhor ver alguém que você ama feliz com outra pessoa, do que vê-la infeliz ao seu lado.
Para meus amigos que são ... INOCENTES.
Ela(e) se apaixonou por ti, e você não teve culpa, é verdade. Mas pense que poderia ter acontecido com você. Seja sincero, mas não seja duro; não alimente esperanças, mas não seja crítico;você não precisa ser namorado(a), Mas pode descobrir que ela(e) é uma ótima pessoa, e pode vir a se tornar uma(um) grande amiga(o).
Para meus amigos que TÊM MEDO DE TERMINAR.
Às vezes é duro terminar com alguém, e isso dói em você. Mas dói muito mais quando alguém rompe contigo, não é verdade? Mas o amor também dói muito quando ele não sabe o que você sente. Não engane tal pessoa, não seja grosso(a) e rude esperando que ela(e) adivinhe o que você quer. Não a(o) force a terminar contigo, pois a melhor forma de ser respeitado é respeitar. E a melhor forma de respeitá-la(o) é sendo verdadeiro(a) e sincero(a). Lembre-se...o tempo passa e não volta atrás; não adianta dar murro em ponta de faca...
Pra terminar....... Eterno é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata...






(Mário Quintana)




BONECA DE CROCHÊ


Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos. Eles tinham
compartilhado tudo um com o outro. Eles tinham conversado sobre tudo. Eles
não tinham segredo entre eles afora uma caixa de sapato que a mulher
guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse
aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela. Assim por todos aqueles
anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato. Mas
um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não
sobreviveria. Visto isso o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a
levou pra perto da cama da mulher. Ela concordou que era a hora dele saber o
que havia naquela caixa. Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de
crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares. Ele perguntou
a ela o que aquilo significava, ela explicou; Quando nós nos casamos minha
avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar
por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta
e fizesse uma boneca de crochê. O velhinho ficou tão emocionado que teve que
conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na
caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de
vida e amor.' Querida!!! - ele falou - Você me explicou sobre as bonecas,
mas e esse dinheiro todo de onde veio? Ah!!! - ela disse - Esse é o dinheiro
que eu fiz com a venda das bonecas.
PRECE DA SEMANA: Senhor, dai-me sabedoria para entender meu marido, amor para perdoá-lo e paciência para aturá-lo, porque se eu pedir força, Senhor,
eu bato nele até matar, pois não sei fazer crochê!!!!!!!


CHIQUE

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas.

Muito mais que um belo carro Italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem
brilho próprio.Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações
inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais!Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.É \\\"desligar o radar\\\", o telefone, quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
Chique do chique é não se iludir com \\\"trocentas\\\" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que
salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo... falsidade.
Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.
Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
"Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!"